domingo, 25 de julho de 2010
A JUSTIÇA DE DEUS
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O fundamento eterno, seguro e fiel
"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." 1 Coríntios 3.11 A Bíblia é exclusiva e definitiva. Por isso ninguém pode lançar outra base sobre a qual a alma humana possa se fundamentar para a eternidade.
Jesus Cristo é a base imutável. O prazer e a alegria que o mundo oferece é fútil, porque é mutável e, portanto, passageira. As Sagradas Escrituras ensinam: "Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência."
Jesus Cristo é o fundamento eterno. Ele é o Filho do Deus eterno. A Bíblia diz que Ele nos dá uma salvação que dura para sempre. Jesus diz: "Eu lhes dou a vida eterna."
Jesus Cristo é o fundamento para a reconciliação. Ele lançou a base para a nossa reconciliação com o Deus santo: "...a saber, que Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões."
Jesus Cristo é o fundamento seguro e fiel. Onde você encontra segurança? Em lugar nenhum! Ainda que você possua muitas apólices de seguro, sua insegurança, sua inquietação e sua insatisfação não estarão banidas de sua vida. Refugie-se nEle: seguro nos braços de Jesus; seguro no Seu coração!
Quando a Santidade do vizinho Incomoda
Santidade sempre é um tema bom para se discutir, propício para ser lembrado e necessário para viver nos dias de hoje. Mas – por infelicidade – é um assunto pouco citado num modus vivendi tão consumista, terreno, ambicioso e simplório que muitos crentes têm adotado.
Você conhece a expressão “politicamente correto”? Pois bem. No meio cristão, existe o “politicamente crente”. É aquela vida vivida no limite, na superfície, na normalidade. É o que muitos chamam de maturidade cristã: “já sou crente o suficiente para entrar nos céus e agradar a Deus”, argumentam.
O grande problema é que essa maturidade nem sempre é estável. Tudo que é maduro demais acaba apodrecendo. Crentes com 10, 15, 20 anos de Evangelho acham que – por estarem acostumados com a rotina cristã – já alcançaram o estágio final da fé e o amadurecimento necessário para não se dedicarem mais a uma consagração profunda e íntima com Deus.
Somado a isso, poucos se atentam àquele devocional pessoal, diário e disciplinado que todo crente que se preza faz. Não me refiro a um culto obrigatório, coercitivo e imposto, mas um momento de introspecção com Deus de forma voluntária, disposta e natural.
Alie-se também o fato de a santidade ser negligenciada nos dias atuais [em tempo, regras de português: o correto é “o fato de a santidade ser”, e não “o fato da santidade ser”]. Quando alguém jejua um pouco mais, o vizinho diz: “quer dar uma de santo”. Se alguém passa muito tempo orando, é chamado de “fanático”. Ir à igreja constantemente é sinônimo de ociosidade.
Em suma, buscar a Deus incomoda muita gente. Repito. Muitos se inquietam por ver outras pessoas querendo mais de Deus. Por quê? Porque, em tempos de exibicionismo, de farisaísmo e de ostentação, confunde-se o coração contrito com a chamada jactância impura, isto é, aquela forma de ensoberbecer para mostrar que Deus é mais Deus para este soberbo do que para o próximo.
A santidade do vizinho incomoda também porque se cria um sentimento repugnante que trata Deus como um produto único, que não pode ser “emprestado” para o próximo. “Meu próximo não pode usufruir a presença de Deus mais do que eu”, maquina o coração. Isso resulta na inveja maldosa, que não é simplesmente querer ter o que o próximo tem, mas na realidade é não querer que o próximo tenha algo (por exemplo, Acabe e a vinha de Nabote – I Rs 21).
Citemos, por exemplo, o fato de um grupo de adolescentes se reunirem para orar ou para estudar a Palavra de Deus visando uma futura pregação em algum culto. O que muitos pensam? “Esses adolescentes estão querendo aparecer”, “É mais um grupo querendo se exibir para o pastor”.
É claro que nem todos têm o objetivo de se dedicar a Deus. Mas, em tempos de promiscuidade, libertinagem e desprezo aos valores mais dignos, ser como Daniel tem sido difícil. A inveja corrói aqueles que querem a o estilo do “politicamente crente”. Em tempos de corrupção espiritual, é complicado agir como Samuel ante os filhos de Eli. É doloroso ter irmãos invejosos como os de José, o qual agradava ao seu pai em tudo o que fazia.
Portanto, se há um coração movido pela inveja da santidade alheia ou relaxado pela ilusória maturidade plena, lembre-se de que nunca é tarde para conhecer a Deus e prosseguir em conhecê-lo. Afinal, sem a santidade, ninguém o verá
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Como lidar com a insatisfação dentro de uma Igreja Evangélica?
Obrigado por mostrar-me o quanto sou pobre!
Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres.O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para seu herdeiro.Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...
Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:
- E aí filhão, como foi à viagem para você? - Muito boa papai. - Você viu a diferença entre viver na riqueza e viver na pobreza? - Sim pai! – Retrucou o filho, pensativamente. - E o que você aprendeu com tudo o que viu naquele lugar tão pobre? O menino respondeu: - É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança metade do jardim, e eles têm m riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha. Nós temos alguns canários numa gaiola e eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas! O filho suspirou e continuou: - E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto nós sentamos à mesa e falamos de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos TV e dormimos.Outra coisa papai, eu dormi na rede do Tonho e ele dormiu no chão, pois não havia rede para cada um de nós. Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulho, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando. Conforme o garoto falava, o pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado. O filho na sua sábia ingenuidade e o seu brilhante desabafo abraçou o pai e ainda acrescentou:- Obrigado papai, por ter me mostrado o quanto somos pobres! Moral da hitória: Não é o que você tem, o que você faz ou onde está, que irá determinar sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto. Tudo o que você tem, depende da maneira que você olha, da maneira que você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo. Fonte: PCamaral
Balada Gospel: Agito ou Egito?